9 de setembro de 2009

Então tá, do seu jeito!


Depois de passar algumas horas reelembrando deles, ela sentiu uma saudade... Mas saudade do que exatamente? Tudo era motivo para brigar e isso foi se desgastando até que chegou ao tão temido final.

Sem dúvidas nenhuma ela pode dizer que ele foi um grande amigo. Ele dizia exatamente tudo o que ela queria ouvir, se preocupava e estava sempre do seu lado. E primeira briga deles por bobeira nem foi tão grave, mas resultou no celular de (?) tocando as 23hs, o que a deixou surpresa.
Ela ainda se lembra daquele dia que estavam no mêtro e ele viu o perfume que ela carregava na bolsa, de um formato diferente e que fez questão de mostrar para o mêtro inteiro. Até quando ele a fazia passar vergonha ela o amava e foi assim por um bom tempo.

Só que as discussões foram aumentando, mas cada frase amorosa do tipo: "amor, você é linda para mim e eu te quero do meu lado" fazia ela ir domir mas contente. As conversas e telefonemas já tinham virado rotina para os dois. Cada dia que passava a demonstração de afeto de ambos era mais explicíta. Ele dizia diversas vezes: "eu não aguento ficar sem você, eu não vivo sem você, você é importante demais para mim, não consigo odiar você independente de tudo"... Até que conseguiu.

Em algum momento ambos conseguiram se odiar tanto que falaram coisas da qual pelo menos um deles deve ter se arrependido hoje em dia, mas que com certeza não vai sair da cabeça daquele que lera. E eu me pergunto, para onde foi todo aquele amor? Aquela amizade que dava inveja em uns e que outros ficavam encantados? Deve estar enterrado em algum lugar que os dois ainda não perceberam e quando acordarem talvez já não faça mais sentido.
E mesmo sem querer ele ainda tem pensado nela, mesmo demonstrando o ódio que sente em lugares públicos e falando mal dela por ai. E ela, bom... Ela não sente raiva/ desprezo, ela nem sabe o que sente além de uma dor no coração, mas isso minha amiga, já vai passar... Nada dura para sempre se não quisermos.

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